Amortização de ágio: requisitos, ágio interno e o STJ
Amortização de ágio no IRPJ e na CSLL: requisitos da Lei 12.973/2014, ágio interno, empresa-veículo, decadência e a divergência entre as Turmas do STJ.
Atualizado em outubro de 2026.
A diferença entre contribuinte individual e facultativo está no exercício de atividade remunerada: quem trabalha por conta própria ou presta serviço sem vínculo de emprego é contribuinte individual e está obrigado a contribuir para o INSS; quem não exerce atividade remunerada pode filiar-se como segurado facultativo, por decisão própria. O enquadramento não depende de escolha: decorre da situação de cada mês e define a base de cálculo, os planos admitidos, o período de graça e o pagamento de atrasados. Este artigo compara as duas categorias com os valores de 2026 e trata das vedações do facultativo, do facultativo de baixa renda e dos erros mais frequentes.
Em resumo: quem trabalha por conta própria ou presta serviço sem vínculo de emprego é contribuinte individual, segurado obrigatório que contribui sobre a remuneração do mês. O facultativo é quem, a partir dos 16 anos, sem atividade remunerada e sem regime próprio de previdência, decide contribuir sobre o valor que declara. Em 2026, ambos pagam 20% sobre bases entre R$ 1.621,00 e R$ 8.475,55 (de R$ 324,20 a R$ 1.695,11) ou, no plano simplificado, 11% do salário mínimo (R$ 178,31); o facultativo de baixa renda inscrito no CadÚnico paga 5% (R$ 81,05). O período de graça é de 12 a 24 meses para o contribuinte individual e de 6 meses para o facultativo.
O contribuinte individual é segurado obrigatório, filiado pelo simples exercício da atividade (art. 11, V, da Lei n. 8.213/1991); o facultativo ingressa no sistema por ato de vontade (art. 13 da mesma lei). Por isso, o primeiro contribui sobre o que efetivamente recebe no mês, e o segundo, sobre o valor que declara, sempre entre o salário mínimo e o teto (art. 28, III e IV, da Lei n. 8.212/1991).
| Aspecto | Contribuinte individual | Segurado facultativo |
|---|---|---|
| Quem é | Quem trabalha por conta própria ou presta serviço sem vínculo de emprego | Quem tem 16 anos ou mais e não exerce atividade que o torne segurado obrigatório |
| Filiação | Obrigatória, desde o início da atividade | Voluntária, a partir da inscrição e do primeiro recolhimento, sem retroagir |
| Base de cálculo | Remuneração do mês, do mínimo ao teto | Valor declarado, do mínimo ao teto |
| Planos | 20%; 11% do mínimo, se não presta serviço a empresa; retenção de 11% pela empresa; 5% como MEI | 20%; 11% do mínimo; 5% do mínimo na baixa renda |
| Período de graça | 12 meses após cessar a atividade, ou 24 com mais de 120 contribuições | 6 meses após a última contribuição |
| Atrasados | Últimos cinco anos pelo SAL; períodos mais antigos por indenização | Só enquanto mantém a qualidade de segurado, nunca antes da inscrição |
| Interrupção | Regular apenas se cessa a atividade; trabalhar sem recolher gera débito | Livre, com perda da qualidade de segurado após o período de graça |
É contribuinte individual quem exerce, por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com ou sem fins lucrativos, e quem presta serviço eventual a uma ou mais empresas, sem relação de emprego (art. 11, V, alíneas g e h, da Lei n. 8.213/1991): profissionais liberais, eletricistas, designers e consultores autônomos, criadores de conteúdo com receitas de monetização, o sócio que recebe pró-labore, o síndico remunerado (alínea f) e o microempreendedor individual (MEI). Basta haver remuneração, ainda que irregular. Quem exerce mais de uma atividade é filiado em relação a cada uma (art. 11, § 2.º), e a soma das remunerações respeita o teto: o médico empregado de hospital que também atende em consultório próprio contribui sobre os honorários só até completar o teto. O aposentado do INSS que continua a trabalhar é segurado obrigatório em relação a essa atividade, ainda que eventual (art. 11, § 3.º), mas as novas contribuições não geram outra aposentadoria (art. 18, § 2.º).
Sobre o que recebe de pessoas físicas, o contribuinte individual recolhe por Guia da Previdência Social (GPS). Quando presta serviço a empresa, a contratante desconta 11% da remuneração e faz o recolhimento (art. 4.º da Lei n. 10.666/2003). O percentual resulta da dedução, sobre os 20%, de 45% da contribuição da empresa, limitada a 9% do salário de contribuição (art. 30, § 4.º, da Lei n. 8.212/1991): é mecanismo próprio da prestação de serviço a empresa, e não um abatimento disponível a qualquer autônomo. As modalidades estão no artigo sobre a contribuição INSS do autônomo.
Pode ser facultativo quem tem 16 anos ou mais e não exerce atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório (art. 11 do Decreto n. 3.048/1999); o art. 13 da Lei n. 8.213/1991 ainda menciona 14 anos, mas o Regulamento e o INSS adotam 16. O Regulamento cita, entre outros:
A lista é exemplificativa: quem vive de aluguéis ou de aplicações financeiras, rendas que não decorrem de trabalho, também pode ser facultativo, assim como quem está afastado ou inativo sem remuneração e sem outra atividade vinculada ao RGPS ou a regime próprio (art. 11, § 5.º), como o empregado em licença não remunerada. A inscrição, pelo Meu INSS ou pela Central 135, atribui o NIT; quem já teve carteira assinada pode usar o número do PIS. A filiação só produz efeitos a partir da inscrição e do primeiro recolhimento, sem pagamento de competências anteriores (art. 11, § 3.º).
A Constituição veda a filiação ao RGPS, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência (art. 201, § 5.º). O servidor efetivo vinculado a regime próprio só pode contribuir como facultativo se estiver afastado sem vencimento e o regime próprio não permitir contribuição nessa condição (art. 11, § 2.º, do Decreto n. 3.048/1999). A vedação alcança apenas a filiação facultativa: se exercer, por exemplo, advocacia autônoma, o servidor será segurado obrigatório em relação a essa atividade (art. 12, § 1.º, da Lei n. 8.213/1991). E, para o aposentado do INSS, contribuições facultativas não trazem proveito, porque a lei não admite duas aposentadorias no RGPS (art. 124, II, da Lei n. 8.213/1991).
Com o salário mínimo de R$ 1.621,00 e o teto de R$ 8.475,55, os valores e os códigos da GPS em 2026, conforme a tabela oficial do INSS, são os seguintes (primeiro o código mensal, depois o trimestral):
| Plano | Alíquota e base | Valor mensal em 2026 | Contribuinte individual | Facultativo |
|---|---|---|---|---|
| Normal | 20% da remuneração ou do valor declarado, do mínimo ao teto | R$ 324,20 a R$ 1.695,11 | 1007 / 1104 | 1406 / 1457 |
| Simplificado | 11% do salário mínimo | R$ 178,31 | 1163 / 1180 | 1473 / 1490 |
| Baixa renda | 5% do salário mínimo | R$ 81,05 | Não se aplica (o MEI recolhe 5% no DAS) | 1929 / 1937 |
| Complementação de 11% para 20% | 9% do salário mínimo da competência | R$ 145,89 | 1295 / 1198 | 1686 / 1694 |
| Complementação de 5% para 20% | 15% do salário mínimo da competência | R$ 243,15 | 1910 (MEI, mensal) | 1945 / 1953 |
O recolhimento trimestral só é admitido sobre o salário mínimo (art. 216, § 15, do Decreto n. 3.048/1999), e a GPS vence no dia 15 do mês seguinte ao da competência (art. 30, II, da Lei n. 8.212/1991). Os valores coincidem nas duas categorias, mas os códigos não: a guia deve corresponder à situação real de cada mês. A relação completa está no artigo sobre os códigos de contribuição do INSS.
O plano de 11% é aberto ao facultativo e ao contribuinte individual que trabalha por conta própria, sem relação de trabalho com empresa ou equiparado (art. 21, § 2.º, I, da Lei n. 8.212/1991). O período não conta para a aposentadoria por tempo de contribuição, isto é, para as regras de transição, nem para a certidão destinada a regime próprio (art. 55, § 4.º, e art. 94, § 2.º, da Lei n. 8.213/1991), mas vale para os demais benefícios, em regra no valor de um salário mínimo. O mesmo ocorre com as contribuições de 5%. A complementação pode ser feita a qualquer tempo, com juros sobre competências vencidas (art. 21, § 3.º, da Lei n. 8.212/1991).
A alíquota de 5%, que concretiza o sistema especial de inclusão previdenciária do art. 201, § 12, da Constituição, é restrita ao facultativo sem renda própria que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que pertencente a família de baixa renda (art. 21, § 2.º, II, b, da Lei n. 8.212/1991), isto é, inscrita no CadÚnico e com renda mensal de até dois salários mínimos (§ 4.º), R$ 3.242,00 em 2026. Segundo o INSS, o cadastro deve estar atualizado nos últimos dois anos, e o Bolsa Família não entra no cálculo da renda.
Os requisitos são cumulativos e excluem, por exemplo, quem tem renda própria, o estudante que não se dedica exclusivamente ao lar e a dona de casa cuja família ultrapasse o limite, ainda que por pouco. Com renda familiar de R$ 2.900,00 e cadastro atualizado, a dona de casa recolhe R$ 81,05 pelo código 1929; se a renda passar a R$ 3.500,00, deve migrar, a partir desse mês, para o plano simplificado (código 1473) ou para o normal. O INSS confronta os recolhimentos com o CadÚnico, e os não confirmados ficam pendentes de validação, sem valer para benefícios. O segurado pode pedir a validação pelo Meu INSS ou, se não preenchia os requisitos, complementar a diferença, com os acréscimos legais: 6% do salário mínimo para chegar a 11% (código 1830 ou 1848) ou 15% para chegar a 20% (código 1945 ou 1953). Convém que a inscrição e a atualização do CadÚnico precedam os recolhimentos.
O período de graça é o intervalo em que se mantém a qualidade de segurado, com todos os direitos, sem contribuir. Para o facultativo, é de seis meses após a cessação das contribuições, sem prorrogação (art. 15, VI, da Lei n. 8.213/1991). Para o contribuinte individual que deixa de exercer a atividade, é de até 12 meses, prorrogáveis para 24 se ele já tiver pago mais de 120 contribuições sem perda da qualidade de segurado (art. 15, II e § 1.º), contados do mês seguinte ao da última contribuição de valor igual ou superior ao mínimo (art. 13, § 7.º, do Decreto n. 3.048/1999). O acréscimo de 12 meses para o desempregado (§ 2.º), que pode levar o total a 36 meses, foi pensado para quem perde o emprego, e sua aplicação ao contribuinte individual é controvertida.
A perda da qualidade de segurado ocorre no dia seguinte ao vencimento da contribuição do mês imediatamente posterior ao fim do prazo (art. 15, § 4.º). O facultativo que pagou até a competência de janeiro de 2026 fica protegido até 15 de setembro de 2026, vencimento da competência de agosto. Segundo o INSS, o segurado obrigatório que, ainda dentro do período de graça, passa a contribuir como facultativo pode, ao deixar de contribuir, usufruir o período de graça da condição anterior, se mais vantajoso (art. 184, § 7.º, da Instrução Normativa PRES/INSS n. 128/2022).
O contribuinte individual paga pelo Sistema de Acréscimos Legais (SAL) as competências dos últimos cinco anos, com multa de 0,33% por dia, limitada a 20%, e juros pela Selic (art. 35 da Lei n. 8.212/1991); períodos mais antigos exigem prova da atividade e indenização calculada pelo INSS (art. 45-A). O facultativo só recolhe atrasados enquanto mantém a qualidade de segurado, nunca de competências anteriores à inscrição (art. 11, §§ 3.º e 4.º, do Decreto n. 3.048/1999), como detalha o artigo sobre GPS em atraso.
Nas duas categorias, a carência conta a partir do primeiro pagamento sem atraso, e as contribuições atrasadas de competências anteriores não valem para esse fim (art. 27, II, da Lei n. 8.213/1991). Quem perde a qualidade de segurado precisa de seis novas contribuições, metade da carência, para voltar a ter direito aos benefícios por incapacidade (art. 27-A). A perda não prejudica, porém, a aposentadoria por idade de quem já cumpriu a carência (art. 3.º, § 1.º, da Lei n. 10.666/2003).
Não em sua essência. As duas categorias têm direito à aposentadoria por idade, que em 2026 exige 62 anos da mulher e 65 do homem, com 15 anos de contribuição, ou 20 anos para o homem filiado depois de 13 de novembro de 2019 (arts. 18 e 19 da EC n. 103/2019); às regras de transição da aposentadoria por tempo de contribuição, para quem se filiou antes da Reforma e contribui com 20%; ao auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença) e à aposentadoria por incapacidade permanente (aposentadoria por invalidez), com carência de 12 contribuições, salvo exceções legais; ao salário-maternidade, sem carência desde o julgamento das ADIs 2.110 e 2.111 pelo Supremo Tribunal Federal, concluído em 21 de março de 2024; e, para os dependentes, à pensão por morte e ao auxílio-reclusão. Nenhuma das duas tem direito ao auxílio-acidente, reservado ao empregado, ao doméstico, ao avulso e ao segurado especial (art. 18, § 1.º, da Lei n. 8.213/1991), nem ao salário-família.
A perícia avalia a incapacidade pelos mesmos critérios em qualquer categoria, como mostram os artigos sobre diabetes e aposentadoria e sobre o AVC (CID I64). A diferença está no valor: benefícios calculados sobre contribuições de 11% ou 5% correspondem, em regra, a um salário mínimo, enquanto contribuições de 20% sobre bases maiores elevam a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994 (art. 26 da EC n. 103/2019) e, com ela, os benefícios.
Ana, estudante universitária, faz projetos de design esporádicos para clientes pessoas físicas. Nos meses em que recebe, é contribuinte individual e recolhe pelo código 1163 (R$ 178,31) ou 1007; nos demais, pode ser facultativa, pelo código 1473 (também R$ 178,31) ou 1406. Manter-se como facultativa nos meses de trabalho contraria a lei. Em qualquer caso, a competência só conta como tempo de contribuição se o recolhimento alcançar o mínimo mensal (art. 195, § 14, da Constituição).
Maria, 30 anos, dedica-se ao lar e nunca contribuiu; a família ganha R$ 4.500,00, acima do limite da baixa renda. Pode pagar R$ 178,31 no plano simplificado ou 20% sobre o valor que declarar, e precisará de 62 anos de idade e 15 de contribuição para se aposentar (art. 19 da EC n. 103/2019). Contribuindo até os 62 anos sobre R$ 2.000,00 (R$ 400,00 por mês), somará 32 anos e, em valores de hoje, benefício de 94% da média (60% mais 2% por ano acima de 15), ou R$ 1.880,00; no plano simplificado, receberá um salário mínimo. O custo adicional de R$ 221,69 por mês eleva a aposentadoria em cerca de R$ 259,00 e o auxílio por incapacidade temporária para cerca de R$ 1.820,00 (91% da média). Para quem busca apenas a proteção mínima, o plano simplificado costuma bastar.
Sandra, 42 anos, foi dispensada em 2026 após 18 anos de emprego contínuo e mantém a qualidade de segurada por 24 meses, ou 36 se comprovar o desemprego (art. 15, II, §§ 1.º e 2.º, da Lei n. 8.213/1991); a contribuição facultativa serve para somar tempo às regras de transição e ao acréscimo de 2% por ano. Na média da EC n. 103/2019, meses sem recolhimento não entram na conta, e o que a reduz é contribuir sobre valor inferior a ela. Se a média de Sandra for de R$ 5.000,00, contribuir sobre essa base custa R$ 1.000,00 por mês (código 1406); contribuir sobre o mínimo é mais barato, mas puxa a média para baixo, e excluir essas contribuições do cálculo elimina também o tempo correspondente (art. 26, § 6.º).
Os problemas mais frequentes aparecem no CNIS, cuja conferência periódica permite corrigi-los antes de um pedido de benefício:
O contribuinte individual exerce atividade remunerada por conta própria ou presta serviço sem vínculo de emprego e é obrigado a contribuir sobre a remuneração do mês. O facultativo não exerce atividade remunerada e contribui por vontade própria, sobre o valor que declara, entre o salário mínimo e o teto. A categoria decorre da situação de fato e não pode ser escolhida para pagar menos.
Quem tem 16 anos ou mais e não exerce atividade remunerada que o torne segurado obrigatório, como a dona de casa, o estudante, o desempregado, o estagiário e o brasileiro que vive no exterior. Não pode ser facultativo o participante de regime próprio de previdência, salvo no afastamento sem vencimento em que o regime próprio não admita contribuição (art. 201, § 5.º, da Constituição e art. 11, § 2.º, do Decreto n. 3.048/1999).
No plano normal, 20% sobre o valor declarado, entre R$ 1.621,00 e R$ 8.475,55, ou seja, de R$ 324,20 a R$ 1.695,11, pelo código 1406. No plano simplificado, 11% do salário mínimo, R$ 178,31, pelo código 1473. O facultativo de baixa renda recolhe 5% do salário mínimo, R$ 81,05, pelo código 1929.
A pessoa sem renda própria que se dedica exclusivamente ao trabalho doméstico na própria residência e pertence a família inscrita no CadÚnico com renda mensal de até dois salários mínimos, R$ 3.242,00 em 2026 (art. 21, § 2.º, II, b, e § 4.º, da Lei n. 8.212/1991). O INSS exige cadastro atualizado nos últimos dois anos e valida os recolhimentos com base nesses dados. Contribuições não validadas precisam ser comprovadas ou complementadas para 11% ou 20%.
Seis meses após a última contribuição, sem prorrogação (art. 15, VI, da Lei n. 8.213/1991). A perda da qualidade de segurado ocorre no dia seguinte ao vencimento da contribuição do mês posterior ao fim desse prazo. Enquanto mantém essa qualidade, o facultativo pode pagar as competências em atraso, com juros e multa.
Não nos meses em que exerce atividade remunerada, porque a condição de facultativo pressupõe a ausência de trabalho que torne a filiação obrigatória. Nos meses em que não trabalha nem recebe remuneração, pode contribuir como facultativo. O valor do plano simplificado é o mesmo nas duas categorias, mas o código da GPS é diferente.
Contribuinte individual e facultativo pagam as mesmas alíquotas e têm acesso, em regra, aos mesmos benefícios, mas partem de lógicas opostas: o primeiro contribui porque trabalha, sobre o que recebe; o segundo, porque decide se proteger, sobre o valor que declara. Daí decorrem o período de graça mais longo do contribuinte individual, a janela estreita do facultativo para regularizar atrasos e a vedação ao servidor com regime próprio. Como o enquadramento acompanha a situação de cada mês, categoria, código e plano devem ser revistos a cada mudança de atividade.
Principais pontos deste artigo:
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Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e reflete a legislação e os procedimentos do INSS vigentes em outubro de 2026. Não constitui aconselhamento jurídico nem substitui a análise individualizada de cada caso. Para assessoria especializada, entre em contato com a Barbieri Advogados.
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